Seguro Auto em 2026: O Que Vai Mudar e Como se Preparar Para Pagar Menos
- Leonardo Breckenfeld
- 1 de jan.
- 4 min de leitura
Com início de 2026, o mercado de seguros automotivos entra em uma nova fase. Tecnologia, dados comportamentais e mudanças no perfil dos motoristas estão redefinindo a forma como as apólices são calculadas, contratadas e utilizadas.
Se em anos anteriores o seguro era visto apenas como um custo obrigatório, em 2026 ele passa a ser cada vez mais personalizado, digital e estratégico.
Neste artigo, você vai entender o que muda no seguro auto em 2026, quais tendências já estão em prática, como isso afeta o preço da sua apólice e o que você pode fazer agora para começar o ano pagando menos.

Por que 2026 marca um ponto de virada no seguro auto
O setor de seguros não muda de forma brusca, mas 2026 consolida transformações que vinham sendo testadas nos últimos anos.
Três fatores explicam esse momento:
avanço da digitalização total das seguradoras
maior uso de dados comportamentais
mudança no perfil da frota brasileira
O resultado é um seguro menos genérico e muito mais ajustado ao comportamento real do motorista.
1. Seguro baseado em comportamento ganha força em 2026
Uma das maiores mudanças para 2026 é a ampliação dos seguros baseados em telemetria e driving score.
Nesse modelo, o preço do seguro leva em conta fatores como:
velocidade média
frenagens bruscas
horários de uso
tipo de trajeto
frequência de condução
Motoristas que dirigem de forma mais cautelosa passam a pagar menos, independentemente da idade.
Isso impacta diretamente:
jovens motoristas
quem usa pouco o carro
motoristas urbanos conscientes
Em 2026, dirigir bem começa a pesar mais do que apenas “perfil estatístico”.
2. Seguro sob demanda e planos flexíveis
Outra tendência forte para 2026 é o crescimento do seguro sob demanda.
Esse modelo permite:
ativar ou desativar coberturas
pagar apenas pelo período de uso
contratar planos mensais ou temporários
ajustar o seguro conforme a rotina
É ideal para quem:
trabalha em home office
usa o carro apenas nos fins de semana
tem um segundo veículo
passa longos períodos sem dirigir
Em vez de pagar um valor fixo alto o ano inteiro, o motorista paga conforme o uso real.
3. Carros elétricos e híbridos influenciam o mercado
Em 2026, os veículos elétricos e híbridos deixam de ser exceção e passam a representar uma fatia relevante da frota.
Isso força as seguradoras a:
criar produtos específicos
ampliar a rede de oficinas especializadas
ajustar o cálculo de risco
revisar preços de baterias e reparos
A tendência é clara: o seguro de elétricos tende a ficar mais competitivo, principalmente para modelos compactos e urbanos.
4. Fim do “pacote padrão”: mais personalização
Em 2026, o seguro “tudo incluso” perde espaço. Cada vez mais motoristas preferem:
escolher apenas as coberturas que fazem sentido
eliminar serviços que nunca usam
ajustar franquias conforme o orçamento
montar planos híbridos (roubo + terceiros, por exemplo)
Essa personalização ajuda a reduzir custos e evita pagar por coberturas desnecessárias.
5. Seguro auto mais barato para quem dirige pouco
Com o crescimento do home office e dos modelos híbridos de trabalho, muitos motoristas rodam bem menos do que antes.
Em 2026, as seguradoras passam a considerar com mais peso:
quilometragem anual
frequência de uso
dias da semana em que o carro circula
Quem usa pouco o veículo tende a pagar menos — algo que não era bem considerado em modelos antigos.
6. Mais atenção a golpes e falsas promessas
Com o aumento da contratação digital, também cresce o número de golpes ligados a “seguros baratos”.
Para 2026, as seguradoras e plataformas sérias reforçam:
validação de corretoras
emissão digital de apólice
transparência contratual
combate a falsas associações veiculares
O consumidor passa a valorizar mais segurança e confiança do que apenas preço.
7. Comparar seguros deixa de ser opção — vira regra
Em 2026, aceitar a primeira cotação deixa de fazer sentido.
A diferença entre seguradoras para o mesmo perfil pode chegar a 40% ou mais, especialmente em:
jovens motoristas
carros elétricos
regiões metropolitanas
seguros personalizados
Plataformas digitais ganham protagonismo justamente por simplificar essa comparação.
Como se preparar agora para pagar menos seguro em 2026
A virada do ano é o momento ideal para revisar decisões. Algumas atitudes práticas ajudam a começar 2026 economizando:
1. Reavalie suas coberturas
Você ainda precisa de tudo o que contratou? Muitas pessoas pagam por coberturas que nunca usam.
2. Atualize seus dados
Mudança de endereço, rotina ou uso do carro pode reduzir o valor da apólice.
3. Compare antes de renovar
Renovar automaticamente costuma sair mais caro.
4. Considere planos flexíveis
Seguro sob demanda e telemetria podem reduzir bastante o custo.
5. Evite sinistros desnecessários
Começar o ano sem histórico recente confirmando bom comportamento ajuda no preço.
O papel da Clica Seguros em 2026
A Clica Seguros acompanha essa nova fase do mercado e ajuda o motorista a:
comparar diferentes seguradoras em segundos
encontrar planos flexíveis e personalizados
entender o que realmente vale a pena contratar
evitar golpes e falsas promessas
economizar sem perder proteção
Em um mercado cada vez mais técnico, informação e comparação fazem toda a diferença.
O que esperar do seguro auto nos próximos anos
Além de 2026, o setor caminha para:
seguros cada vez mais personalizados
precificação baseada em comportamento real
integração com carros conectados
menos burocracia
contratação 100% digital
O seguro deixa de ser apenas um custo fixo e passa a ser um serviço inteligente, ajustado ao estilo de vida do motorista.
Conclusão: 2026 será o ano do seguro mais justo
O seguro auto em 2026 será diferente do que conhecemos hoje. Mais tecnológico, mais flexível e mais justo para quem dirige bem e usa o carro de forma consciente.
Quem se antecipa, compara e entende as mudanças começa o ano pagando menos, e com mais controle sobre o que contrata.
_edited_edited.png)



Comentários